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TRANSPLANTE CAPILAR ROBÓTICO – NOVA ERA ?

NOTA DE ESCLARECIMENTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIRURGIA DA RESTAURAÇÃO CAPILAR E DO CAPÍTULO DE RESTAURAÇÃO CAPILAR DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA

Como em outras áreas médicas, notadamente a urologia e a cirurgia cardíaca, presenciamos o surgimento da robótica no transplante de cabelos. A ABCRC e o Capítulo de Restauração Capilar da SBCP, preocupados com a boa técnica cirúrgica, vêm prestar um valioso serviço aos seus pacientes, informando-os sobre a realidade e as limitações deste novo instrumental, de maneira ética e honesta.

Com o estabelecimento da técnica FUE (extração das unidades foliculares, sigla em inglês follicular unit extraction)como procedimento válido para transplantar unidades foliculares (Ufs), nada mais natural que um grupo de pesquisadores (médicos, engenheiros, desenvolvedores de software entre outros) desenhassem uma máquina robótica, para realizar uma parte considerada mais mecânica e tediosa da operação: a remoção das unidades foliculares.

O sistema atualmente comercializado é produto de longos anos de incremento de conhecimento, resultando numa sofisticada máquina com software muito complexo. Um programa computadorizado faz um “scanning” da área doadora do paciente e identifica as Ufs a serem perfuradas; o cirurgião então dá um “enter”, aceitando o planejamento. Um braço mecânico percorre a área designada, perfurando as Ufs que foram selecionadas com um punch de 1 mm. Após esta passagem, o cirurgião interrompe o processo e passa a colher as Ufs. Em seguida, outra área é preparada e o robô é novamente acionado.

Passamos, então, a algumas perguntas relevantes:

P: O robô realiza todo o procedimento cirúrgico?

R: Não, na atual geração este sistema robótico é útil somente para fazer as perfurações das Unidades foliculares (Ufs). A remoção das Ufs deve ser feita pelo cirurgião (ou seu assistente). Os demais passos da operação (lapidação dos folículos no microscópio, desenho da linha anterior, colocação das Ufs etc.) são, sempre realizadas pelo cirurgião e sua equipe.

P: Então é necessário ter a presença do cirurgião?

R: Certamente que sim: o aparelho tem que ser constantemente calibrado e vigiado pelo operador e supervisionado pelo cirurgião. Em nenhum momento o robô pode ser acionado sem a presença do médico, que é o único responsável pelo paciente do início ao fim da cirurgia.

P: Com a utilização do robô, existe um ganho na qualidade das perfurações? E quanto ao índice de transecção das Ufs?

R: Por questões mecânicas, as perfurações realizadas pela máquina robótica são até um pouco melhores que aquelas realizadas pela mão do cirurgião. O índice de transecção é menor, e poucos cirurgiões experientes atinge este nível no FUE tradicional (mecânicos ou manuais). Por fim, o robô atinge uma maior rapidez de perfuração , fator decisivo para o resultado da cirurgia, pois os enxertos tem um intervalo de menos tempo fora do suprimento sanguíneo.

P: Os custos do procedimento são os mesmos, utilizando o sistema robótico ou pela técnica FUE simples?

R: A princípio, a cirurgia terá um custo significativamente maior com o aparelho robotizado. O robô não cansa, o robô não tem dor, o robô não tem problema de vista. O robô retira o primeiro enxerto com a mesma precisão do enxerto número 2000.

Comentário final: é consenso entre os especialistas em transplante capilar que o sistema robótico pode facilitar o trabalho do cirurgião e realizar todo o procedimento em apenas uma sessão devido a rapidez do método. Em nenhum momento, a máquina deve substituir o cirurgião, ou mesmo funcionar sem a presença dele. A ISHRS (a sociedade internacional de cirurgia capilar) colocou um aviso na primeira página de seu site (http://www.ishrs.org/article/consumer-alert) alertando seus pacientes que a responsabilidade do ato cirúrgico é exclusivamente do cirurgião, e que nenhuma máquina substitui o conhecimento técnico e experiência clínica, que levam anos para serem adquiridos. Procure saber se seu cirurgião está habilitado para realizar esta cirurgia e se dedica exclusivamente a implantes capilares.

Dr Gustavo Sartorato

Acesse para maiores informações:
www.roboartas.com

 

 

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Centro de Medicina Capilar

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