Alopecia Hereditária: saiba como a genética leva a calvície

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Alopecia Hereditária:   Ter um pai calvo ou careca já é o bastante para que o filho comece a temer a queda de cabelo. Infelizmente, nesses casos, as chances de ele ser igual no futuro, são grandes. Porém, o que muita gente não sabe é que quando se trata de alopecia hereditária, não necessariamente o gene foi herdado do pai. É isso mesmo! Entenda agora como a genética leva a calvície.

 

Alopecia hereditária X genes maternos

A causa da alopecia hereditária, como o nome já diz, está diretamente ligada a fatores genéticos. Ou seja, geralmente uma pessoa com queda padrão de cabelo herdou um gene da calvície do pai ou então da mãe. Ficou surpreso? Diferentemente do que muitas pessoas pensam, os genes maternos também podem ser responsáveis pela calvície.

Porém, como a alopecia androgenética, como também é conhecida, está associada a taxa de testosterona na corrente sanguínea, ocorre com mais frequência nos homens. Mesmo assim, também pode ser diagnosticada nas mulheres. Normalmente, o percentual gira em torno de 70% de homens afetados para 40% de mulheres. O que acontece, no caso da alopecia hereditária, é que o receptor do hormônio onde se liga o derivado da testosterona ( DHT ) está em número aumentado, causando um afinamento do cabelo e a consequência perda excessiva de fios.

Sinais de calvície ou alopecia hereditaria

A primeira evidência é a queda de mais de 100 fios por dia e o aparecimento do couro cabeludo quando lava ou quando está oleoso. Ou seja, se você encontra muitos cabelos caídos no travesseiro, nota que tem perdido muito no banho, ao pentear ou quando passa as mãos, é provável que esteja ficando calvo.

Nos homens a alopecia hereditária se manifesta normalmente em regiões frontais e superiores do couro cabeludo. Ou seja, raramente acontece a perda de cabelo na nuca. Já nas mulheres, a redução de cabelos acontece de forma mais uniforme, diminuindo a quantidade de fios como um todo, principalmente no topo do couro cabeludo, preservando sempre um pouco mais a região da nuca.

Porém, é importante também investigar se a causa realmente é genética ou está associada a outros fatores como:

• micoses;
medicamentos;
• falta de vitaminas;
• doenças;
• estresse;
• distúrbios hormonais;
• uso de produtos químicos.

Tratamento para calvície

Em caso de perda excessiva de cabelo, o primeiro passo é procurar um dermatologista para detectar as causas. Somente depois de uma análise clínica, é possível determinar o que deve ser feito. A boa notícia é que existem diversos tipos de tratamentos para a alopecia hereditária. E quanto mais cedo ele for iniciado, mais chances de evitar a perda dos fios. Veja quais são as principais alternativas.

Cremes e medicamentos

Nos casos mais leves ou que a alopecia é detectada precocemente, é possível fazer um tratamento simples, a base de pomadas, cremes ou loções para fortalecer os folículos capilares. Dependendo do caso, também pode-se fazer a prescrição de medicamentos que agem diretamente no sistema hormonal.

Procedimentos cirúrgicos

Os pacientes que já tiveram uma perda significativa de cabelo podem recorrer aos procedimentos cirúrgicos, como o transplante capilar. Atualmente existem diversas técnicas com resultados cada vez mais surpreendentes. Como é o caso da MMP – Microinfusão de Medicamentos na Pele. Esta é a última novidade no que diz respeito a alopecia androgenética.

Ela consiste em um tratamento menos invasivo que os tradicionais e promete ótimos resultados. É realizada por meio de anestesia local e a profundidade da aplicação é mínima, estimulando os fatores de crescimento produzidos pelo próprio corpo. E o tratamento cirurgico FUE sem cicatriz e sem pontos, que pode ser realizado FUE MANUAL ou FUE ROBÓTICO.

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