Queda Capilar Rebelde ao Tratamento: saiba os possíveis problemas à fim de evitá-los

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Queda Capilar Incessante : problemas fazem parte da vida e todos tem os seus. Mas a queda capilar, em particular, é um problema no qual pacientes muitas vezes se sentem impotentes, pois cada um tem uma receita milagrosa. Isso você pode ler em nosso post: Queda de Cabelo x Receitas Milagrosas”.

queda capilarA Banalização da Queda Capilar e dos Tratamentos Capilares pela Sociedade:

A questão é que os pacientes são vítimas da queda com muita frequência. Já tentaram tantos tratamentos sugeridos pelo farmacêutico, vizinho, automedicação que chegam ao médico “calejados” querendo uma solução “para ontem.”

 

Acabam por cronificar seus quadros (como relato no post Qual Meu tipo de Queda Capilar) .  Acham  que é assim mesmo, que faz parte da vida. Essa banalização da queda capilar vai se arrastando, até que a pessoa “cai na real”.  É a fase da busca do diagnóstico médico preciso do motivo de sua queda capilar de repetição.  Muitas vezes já estão com uma perda que somente recorrendo a um transplante capilar.

 

Além das doenças o médico deverá procurar diagnosticar queda capilar por causas “não tangíveis” e pensar no paciente como um todo?

Pensando no corpo como matéria, precisamos pesquisar doenças de base, logicamente: distúrbios alimentares, hormonais, cirurgias, síndromes.  Problemas não palpáveis também, como distúrbios psíquicos e de relacionamento,  estilo de vida – que envolve 7 a 8hs de sono por noite, exercícios regulares, ar puro, exposição solar em momentos adequados, ingesta de água, evitar stress, entre vários outros. Até mesmo problemas espirituais que por ventura a esteja abalando a estrutura do paciente devem ser investigados no interrogatório da anamnese.

Por conta disso, passamos a crer que tudo tem a ver com o palpável, com aquilo que nos parece tangível, ou mesmo conveniente. No caso dos problemas de cabelo, apontar o dedo para a anemia, a alimentação, a genética, a tireóide, os hormônios por causar queda capilar é uma realidade indiscutível. Mas que também deve levar os pacientes a refletir, sobretudo:  se a correção do problema que causa a queda de cabelos não é suficiente para melhorar o quadro, o que pode estar acontecendo?

 

O que há de errado que faz com que, mesmo sob tratamento, os cabelos não parem de cair?

 Muitos já se perguntaram isso e acabam, de uma forma ou de outra, concluindo que o “insucesso” do tratamento está na ineficácia de uma ou outra medicação. A “falta de competência” deste ou daquele profissional também são sugeridas. Mas seriam essas as conclusões mais fáceis.

QUEDA CAPILARO paciente que sofre com a queda capilar poderá, nesse momento, tentar afirmar para si mesmo que sim, e até poderia estar correto. Mas para estar correto deve ter em mente pontos importantes:

1) Eficácia da medicação: 

Não existe medicação que seja 100% eficaz.  Que possa ser benéfica para todos em qualquer circunstância.

2) Relacionamento Médico x Paciente:

O relacionamento entre médico e paciente é construído bilateralmente com sinceridade, comprometimento, vínculo e interesse em entender o processo que aflige o paciente. O paciente também deve seguir o tratamento como orientado pelo médico. 

3) Resposta do Organismo do Paciente ao Tratamento na Queda Capilar: 

Muitas vezes o “insucesso” no tratamento não está no medicamento, mas na forma como o medicamento interage com o organismo do próprio paciente. Cada organismo é um organismo. Podem reagir de forma diferente à algumas medicações. É por isso que muitas medicações não são tão eficazes para uns quanto o são para outros. Por isso, pode ser que a culpa não seja do medicamento, mas sim da forma como seu corpo responde ao medicamento.

4) O que o médico deve fazer em casos de Queda Capilar Rebelde ao Tratamento após dignóstico?

Nesses casos, cabe ao médico verificar se há outra opção de tratamento que seja melhor para o paciente. Ou se ele pode somar uma outra medicação que torne a eficácia do tratamento mais significativa.

O médico também precisa contar com a sinceridade e com o comprometimento do paciente no que diz respeito ao tratamento. Às vezes, no transcorrer de uma única consulta médica, fica muito difícil para o médico saber “tudo” sobre o paciente. A primeira prescrição para a queda capilar é pautada em informações coletadas na história clínica e exame físico deste primeiro encontro entre as duas partes. O médico irá trabalhar com o que está vendo no exame físico ou com o que recebeu de informações na história clínica relatada pelo paciente. Se o paciente esquece de contar ou esconde algum detalhe importante, certamente irá atrapalhar o curso de seu tratamento. Uma vez que estará deixando de oferecer ao médico dados que podem ser relevantes.

5) E se mesmo assim a queda capilar não melhorar?

Caberá também a este médico solicitar, quando necessário, exames complementares. Exames que colaborem com o melhor entendimento do quadro. Uma vez que exames complementares podem informar sobre pontos importantes que não estão nem na história clínica nem no exame físico.

 Percebe como algo que parece simples pode ficar complexo?

Converse com seu médico. Não desista. O sucesso não ocorre ao acaso

 

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